segunda-feira, 7 de maio de 2012

Evento


EVENTOS EM SP

MP quer barrar marchas e passeatas evangélicas em vias públicas

    O Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE) abriu investigação para apurar a realização de eventos religiosos em vias públicas. Para eles é necessário limitar grandes encontros porque eles causam congestionamento no trânsito e emitem excesso de ruído.
    O promotor de Justiça Mauricio Antonio Ribeiro Lopes acredita que eventos como esses não podem acontecer sempre. “Vamos ceder espaço público todos os dias para uma determinada religião? Neste fim de semana, por exemplo, já teremos a Virada Cultural. É muita coisa.” No dia 1º de maio a mesma praça foi usada por centrais sindicais para comemorar o Dia do Trabalhador reunindo ali cerca de 50 mil pessoas.
    O MPE abriu processo recentemente contra o Município de São Paulo, o Prefeito Gilberto Kassab (PSD) e contra o pastor José Wellington Bezerra da Silva pela realização do evento em comemoração aos 100 anos da Assembleia de Deus no Estádio do Pacaembu.
    Em sua defesa Kassab alega que a legislação permite sim que o Estádio Municipal seja usado para eventos. “A legislação permite a utilização do Pacaembu para eventos. O importante é que as regras sejam respeitadas. E foram”, disse o prefeito que prometeu apresentar à Justiça “suas razões” para permitir não só esse evento como também outra concentração religiosa promovida no Pacaembu pela Igreja Universal do Reino de Deus.
   Para o pastor Rubens Teixeira a ação do MPE de querer limitar apenas eventos religiosos pode ser na verdade uma perseguição contra os evangélicos brasileiros. “Se o Ministério Público Estadual de São Paulo quiser limitar todos os eventos em vias públicas: religiosos, sindicais, culturais, esportivos, etc, pode ser algo razoável. Contudo, querer impedir apenas eventos evangélicos é uma clara perseguição religiosa contra os brasileiros evangélicos”.
    Teixeira lembra que muitos dos eventos que acontecem em vias públicas possuem fins comerciais, ou são esportivos, culturais e etc. “Porque estes não são questionados? Será que é verdade que o interesse econômico fala mais alto mesmo até em instituições que deveriam proteger direitos individuais? Por enquanto, se for uma medida que afetaria apenas eventos evangélicos e religiosos de um modo geral, estou acreditando que se trata de iniciativas desastradas e odiosas individuais de alguns membros do MPE que estejam se utilizando da investidura dos seus cargos públicos para fazer valer a sua vontade como cidadãos, o que já é um desastre”, diz ele em entrevista ao site Holofote.net.


Portal Creio

Política


PT FUGIRÁ DE POLÊMICAS NA ELEIÇÃO

Temendo rejeição a seus candidatos, partido não falará em religião

    Depois da repercussão negativa da eleição presidencial, onde a então candidata Dilma Rousseff, perdeu votos ao debater temáticas religiosas, o partido dos Trabalhadores decidiu fugir de temáticas delicadas como aborto e kit gay . Em São Paulo, mesmo com as declarações, Fernando Haddad já busca eleitorado evangélico e enfrenta já a primeira barreira: quando foi ministro da educação criou um Kit Gay que seria distribuido a alunos da rede pública.
      De acordo com as declarações de Antonio Donato, coordenador da campanha de Fernando Haddad, candidato do PT para a prefeitura de São Paulo, a orientação partiu da cúpula nacional. “A campanha do PT vai atingir a cidade, é isso que o cidadão quer discutir. Talvez o (ex) governador Serra queira fugir de um assunto que é difícil defender, que é a gestão Kassab, e busque outros temas”, disse ele alfinetando o candidato do PSDB que já fez alianças com alguns líderes religiosos.
            O candidato derrotado por Dilma, José Serra, que desta vez disputará a prefeitura de São Paulo,  disse recentemente que usará a temática.  “Religião é de foro íntimo e pessoal. Trazer uma questão tão pessoal, tão subjetiva, eu penso que é um retrocesso democrático”, disse o deputado petista.

Portal Creio

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Malafaia


Justiça extingue ação contra pastor Silas Malafaia por homofobia


O juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu ação do Ministério Público Federal no Estado contra o pastor Silas Malafaia. A Procuradoria pedia que ele se retratasse por um discurso considerado homofóbico.
Os comentários de Malafaia foram feitos em julho de 2011 no programa "Vitória em Cristo", que é exibido na TV Bandeirantes em horário comprado por ele.
"Não se poder tolher o direito à crítica na medida que esta compõe exatamente o conteúdo da liberdade de manifestação e expressão", diz o juiz na decisão. "Daí considerarmos que, sob o aspecto 'policial' ou de 'censura' a questão envolve problemas práticos e jurídicos mas, neste tema, o constituinte brasileiro teve o inegável desejo de sepultar definitivamente a censura."
Segundo Giuzio Neto, "através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto".
"Diante disto, não pode ser considerado como homofóbico na extensão que se lhe pretende atribuir esta ação, no campo dos discursos de ódio e de incentivo à violência, pois possível extrair do contexto uma condenação dirigida mais à organização do evento --pelo maltrato do emprego de imagens de santos da igreja católica-- do que aos homossexuais."
Em meio ao debate sobre a proposta de lei para criminalizar a homofobia, o pastor falava sobre a Marcha para Jesus e a Parada Gay, eventos que aconteceram em junho em São Paulo.
"Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É para a Igreja Católica 'entrar de pau' em cima desses caras, sabe? 'Baixar o porrete' em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha", afirma o pastor no programa.

Para o procurador Jefferson Aparecido Dias, mais do que expressar sua opinião, o pastor fez um discurso de ódio.
A ação também foi movida contra a TV Bandeirantes. De acordo com o procurador, a emissora deve impedir que mensagens homofóbicas sejam exibidas em sua programação

Folha.com

Defesa


MARCOS PEREIRA X AFROREGGAE

Ao prestar depoimento pastor da Adud diz que contenda é do demônio

  O pastor Marcos Pereira, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus dos Últimos Dias, foi acusado de envolvimento com o crime e de ter ameaçado de morte o líder do AfroReggae. Ao sair do Dcod – Delegacia de Combate as Drogas do Rio de Janeiro nesta quarta feira, dia 02, pastor Marcos Pereira diz ter rebatido as acusações feitas contra ele pelo líder do Afro-Reggae José Junior.
  O pastor Marcos Pereira, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que tem no seu ministério um trabalho de recuperação de dependentes químicos e ressocialização de presos das penitencias, está sendo alvo de investigações pela Policia do Rio de Janeiro em decorrência da denuncias feitas pelo então líder do Afro-Reggae, o qual acusa o pastor de envolvimento com o crime e de ter o ameaçado de morte.
  Ao sair do depoimento feito ao Dcod/RJ concedeu uma rápida entrevista ao repórter Herculano Barreto Filho, do EXTRA:

Pastor Marcos Pereira: “Essa mentira, essa farsa está sendo toda ela desfeita né, isso não existe, o trabalho social que eu faço e a igreja faz é exemplar, conhecido, então não tem nada… tem claro o pastor Marcos é um homem sério, contra o crime.

Repórter: O senhor rebateu as acusações?

Pastor Marcos Pereira: Com certeza.

Repórter: Ao que o Senhor atribui o que foi falado pelas testemunhas do caso?

Pastor Marcos Pereira: É demônio puro.

Portal creio

Caminho inverso


AGORA É TARDE

Danilo Gentili era da Igreja Batista e já sonhou em ser pastor

  Em entrevista ao programa Frente a Frente do Update, apresentado por Sabrina Parlatore, o humorista Danilo Gentili contou que foi membro na Igreja Batista e que já teve vontade de ser pastor.
  Danilo ganhou fama nacional após participar do programa CQC e atualmente comanda o Agora é Tarde, na Rede Bandeirantes.“Eu admirava muito a forma como o pastor trabalhava, cuidava das famílias e eu me identificava com aquilo de alguma forma” disse o humorista. Ele chegou a estudar teologia, no entanto, não frequenta mais os cultos. Danilo deu a entender que não concordava com muitas coisas que via na igreja.
  Além do programa de TV Danilo Gentili é dono da casa de shows Comedians, aberta em sociedade com mais dois amigos, entre eles o ex-colega de trabalho Rafinha Bastos.

portal Creio

Religião


INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Pastor que queimou o Alcorão não representa os cristãos

   A Aliança Evangélica Mundial (WEA), que representa cerca de 600 milhões de evangélicos protestantes ao redor do mundo, condenou a queima do Alcorão e uma imagem do profeta Maomé pelo pastor americano Terry Jones, na Flórida.“A queima de um texto sagrado é errado e injustificável. A queima do Alcorão é especialmente grave para os Muçulmanos e não reflete os valores bíblicos e nem o espírito do Senhor Jesus, a quem servimos”, disse Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário geral da WEA em uma declaração.
  Tunnicliffe urgiu aos líderes islâmicos em todo o mundo que entendam que esse pastor não representa os Cristãos e que ainda por cima viola o chamado de Jesus de amar a todos em todos os lugares.“Tal violência faz mal a todos nós”, afirmou ele, segundo o jornal Tribune.
 O pastor polêmico, ministro de uma congregação de 25 membros na Flórida, queimou publicamente exemplares do Alcorão e uma representação do profeta Maomé, neste sábado, 28 de Abril.O ato foi realizado na igreja de Jones, a Dove World Outreach Center, na cidade de Gainesville, na Flórida e foi filmado e transmitido pela internet. O vídeo da queima foi publicado no YouTube pelo grupo de apoio ao pastor “Stand Up America Now”.A intenção era de chamar a atenção para o caso do pastor Youcef Nadarkhani preso no Irã e condenado à morte pelo crime de apostasia. A queima ocorreu no dia seguinte a um encontro de Terry Jones com representantes da WEA, incluindo Tunnicliffe.
  O secretário-geral da Aliança chegou a pedir pessoalmente ao controverso pastor à ouvir seus líderes cristãos companheiros da América do Norte ou pelo menos ouvir as preocupações de um pastor cristão de um país islâmico. Mas Jones seguiu com a iniciativa.O ato causou protestos por parte dos iranianos. Um membro do Parlamento iraniano, Hossein Ibrahim, pediu a execução do Pastor Jones chamando-o de “um mal, um apostasiado”.
  O Departamento de Estado dos Estados Unidos, também condenou a queima, afirmando que esses atos não refletiam os valores americanos."Consideramos esses atos deploráveis, irrespeitosos. Francamente, não quero dar mais espaço a este tema aqui", declarou a jornalistas a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland.Com a iniciativa de Jones, o Pentágono se preocupa que as tropas americanas no Afeganistão possam expor-se a maiores riscos.

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Censura


BOICOTE NA WEB

Pastor acusa site Youtube de censura a vídeos cristãos

    Um ministério que controla o canal PPSimmons no YouTube afirma estar sendo censurado pelo site de vídeos mais popular do planeta.
   Para o Pastor Carl Gallup, uma das pessoas por trás dos vídeos do Ministério, é uma grande injustiça terem apagado o seu material sem aviso prévio.
   “Eu trabalhei incansavelmente para construir e promover o canal que tem sido um sucesso desde 2009. Era como se você tivesse um negócio próspero e chega para trabalhar um dia e vê seu prédio incendiado e tudo que você criou ser perdido instantaneamente”, disse ele ao site WND.
    O canal PPSimmons era um dos mais populares do YouTube na categoria religiosa, com mais de 23.000 assinantes, 530 vídeos disponíveis e 21 milhões de visualizações. Agora, tudo que restou foi a mensagem “Esta conta foi encerrada devido a repetidas violações de nossas normas e/ou reivindicações de violação de direitos autorais”.
   Gallup não revela o nome de todas as pessoas envolvidas na produção do material que o PPSimmons hospedava, na maioria material de apologética e palestras que refutavam a evolução e o ateísmo. Algum tempo atrás, o canal foi envolvido em uma polêmica, pois em meio ao seu material de comentários bíblicos e “revelações bíblicas” estava um vídeo questionando a veracidade da certidão de nascimento do presidente Barack Obama.
    Mesmo assim, segundo Gallup não havia indícios de que o material seria simplesmente apagado na semana passada. Entre os mais de 500 vídeos divulgados nos últimos três anos, alguns deles contavam com mais de um milhão de exibições e apenas três foram “sinalizados” pelo YouTube por apresentarem conteúdos “potencialmente inapropriado”.
   “Quando nós começamos, em 2009, fizemos um vídeo sobre aborto que recebeu reclamações de usuários do YouTube por ser muito gráfico”, disse Gallup. Imediatamente, o ministério retirou o vídeo do ar.
   “Desde então, não tivemos nenhum problema com o YouTube e somos gratos por termos essa plataforma que ajudou nosso ministério a crescer. Alguns vídeos se tornaram virais e tocaram a vida de dezenas de milhares de pessoas”, disse Gallup.
    Foi apenas três semanas atrás que eles receberam um aviso que o YouTube iria tirar um dos seus vídeos do ar por reclamações semelhantes. Tratava-se de um material sobre a morte de um jovem adolescente negro, que mobilizou várias igrejas americanas.
    O último vídeo a ser publicado no canal PPSimmons do YouTube chamava-se “Um chamado à oração”. “Era um vídeo simples, apenas algumas imagens e minha voz bpedindo aos nossos assinantes que orassem pelos usuários do YouTube e nos ajudassem em nossas batalhas espirituais. Pedíamos a oração por aqueles que são apanhados pelas “práticas demoníacas” de fumar maconha, masturbar-se, e praticar a homossexualidade. O material dizia que os vícios sexuais e as drogas não devem ser parte da vida de um verdadeiro crente”, explica Carl Gallup.
   O ministério agora faz um alerta para que os demais cristãos que tiveram material censurado ou simplesmente apagado, protestem.
    Para ele, esse ataque do YouTube visa intimidar os defensores do casamento tradicional e dos valores cristãos, já que a empresa mãe do site, o Google, defende abertamente o casamento gay.
    Para os administradores do PPSimmons, uma nova tentativa será feita, desta vez em um novo canal do Youtube, resgatando o material que teve o maior numero de visitas no passado.
    “Se este canal também for fechado, vamos ter uma melhor noção do porquê”, disse Gallup.

Portal Creio